Experiência própria: acho que a bagunça de casa me ajudou a ser mais comunicativa. Ser ouvida por aqueles lados era quase uma estratégia de guerrilha (e ainda é). E você, acha que gestos podem ter influenciado seu aprendizado?
terça-feira, 13 de abril de 2010
Pessoas que gesticulam têm mais vocabulário
Experiência própria: acho que a bagunça de casa me ajudou a ser mais comunicativa. Ser ouvida por aqueles lados era quase uma estratégia de guerrilha (e ainda é). E você, acha que gestos podem ter influenciado seu aprendizado?
Amor à primeira vista é genético
Eles descobriram que as fêmeas sentem biologicamente quando algum macho é geneticamente compatível com elas, produzindo até mais ovos ao cruzarem com eles do que quando cruzam com outros machos, considerados fraquinhos. Isso tudo ali, na primeira impressão.
Segundo os estudiosos, nosso organismo é muuuuito diferente do das moscas, mas é bem possível que as mulheres tenham desenvolvido um mecanismo parecido para acertar na escolha.
E você, acha que acerta na mira, assim, de primeira?
Durma bastante para evitar o Alzheimer
A conclusão apareceu depois que David percebeu que essas placas aumentavam muito quando os ratos (cobaias) eram forçados a ficar acordados por mais de 20 horas diárias. O cientista disse ao site da Newscientist que dormir um período considerado regular - de oito horas por dia - já evitaria a formação das mesmas.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Férias trazem mais satisfação do que bens materiais, diz estudo

Segundo cientistas americanos, pessoas tendem a comparar menos suas experiências com a de outros.
Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em "experiências", como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais.
Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas.
Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas. "Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você", explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo."Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias - sua conexão única com o Caribe - que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais", afirma.
Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma "experiência" é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar."Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma 'experiência' leva mais à sensação de bem-estar", disse Gilovich.
Que tal bloquear memórias de medo.

Pesquisadores da Universidade de Nova York descobriram que as memórias podem ser modificadas e tornadas menos assustadoras se forem revividas e modificadas logo apos serem revividas.
As memorias são susceptíveis de serem reescritas, num período de tempo de tres minutos a seis horas, apos serem revividas.
A experiência foi feita com 20 voluntários sentados na frente de um computador onde foram mostrados quadrados com diferentes cores. Quando a cor azul aparecia na tela um choque era sentido no punho. No dia seguinte os voluntarios viam de novo os quadrados de cor azul para reativar a memória. Sensores colocados na pele mostravam que os participantes suavam e o nível de stress aumentava.
Para apagar a memória que ligava os quadrados de cor azul com dor, os voluntários foram colocados em um treino sem dor. Quando os voluntários foram retestados um dia depois, o medo associado aos quadrados azuis tinha desaparecido, mas somente nos participantes cujas memórias foram reescritas logo após serem ativadas.
Aqueles que tiveram, depois de seis horas revivido as suas memórias no treino sem dor, não tiveram as suas memorias modificadas.
A novidade deste estudo poderá ter importantes implicações no tratamento de medos e ansiedade.
Qual o sentido da vida?

“Acredito que o propósito da vida é ser feliz. Desde o momento do nascimento, todo ser humano quer felicidade e não quer sofrer. Nem a condição social nem a educação e tampouco a ideologia alteram isso. ”
Dalai-lama, líder espiritual tibetano.
“O homem não pode desejar nada, a menos que antes compreenda que ele só pode contar consigo mesmo; que está sozinho, abandonado na Terra, sem outros objetivos a não ser os que ele mesmo estabelecer, sem outro destino a não ser o que ele forjar.”
Jean Paul Sartre, filósofo francês.
“Eles nos criaram, e a preservação deles é a razão última da nossa existência. Percorreram um longo caminho, esses replicadores. Agora respondem pelo nome de genes, e nós somos as suas máquinas de sobrevivência.”
Richard Dawkins, zoólogo inglês.
“Aqui está o sentido da vida [abre um envelope]. Hum... Bem, não é nada muito especial. Tente ser legal com as pessoas, evite gordura, leia um bom livro, caminhe um pouco e tente viver em paz e harmonia. E aqui estão algumas fotos de pênis completamente gratuitas só para irritar os censores.”
Monólogo no final do filme Monty Phyton – O Sentido da Vida.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Por que a gente sonha?

“O sonho não é sem sentido, absurdo, não pressupõe que uma parte de nossas idéias está dormente enquanto outra começa a despertar. É um fenômeno psíquico válido, a realização de um desejo.”
Sigmund Freud, psiquiatra austríaco fundador da psicanálise, em 1899.
“Os sonhos não são só realizações de desejos ocultos mas uma ferramenta que busca o equilíbrio pela compensação. São um meio utilizado pelo inconsciente para se comunicar com o consciente.”
Carl Jung, psiquiatra suíço, pai da psicologia analítica, na década de 1930.
“A psicanálise parte de premissas injustificadas, como de que sonhos refletem desejos reprimidos. Não há nenhuma evidência real disso.”
Robert Stickgold, psiquiatra da Universidade Harvard e pesquisador dos sonhos.
“O sonho é uma simulação do futuro. Sempre que tenho uma situação de pressão, presto atenção neles e tenho boas respostas.”
Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro e pesquisador dos sonhos.
“A resposta mais honesta é: ainda não sabemos a função do sonho. Apesar de numerosas teorias, ainda não entendemos completamente o propósito do sono ou do sono profundo, que é quando a maior parte dos sonhos acontece."
Ernest Hartmann, psiquiatra e diretor do Centro de Desordens do Sono, em Boston (EUA).